\n'; document.write(barra); } } changePage();
|
... Senhor Jesus, por que
Vos condenaram à morte? Que foi que fizestes que merecia a morte? Curaste
doentes, alimentastes famintos, ressuscitastes os mortos, perdoastes aos
pecadores, respeitastes as autoridades, trabalhastes para o bem da
humanidade, fostes humilde, manso, bondoso, misericordioso. Por que esta
sentença tão cruel e humilhante?
|
|
|
... Cristo, eis a Vossa
cruz. Será que esta cruz é Vossa? Na verdade ela é nossa. Assumistes a
nossa cruz. A grandeza e o peso desta cruz cresceram dos nossos pecados,
que destruíram a ordem do amor. Todos os pecados do mundo nos Vossos
ombros. O mundo grita, xinga, critica, está rindo em sua loucura... Cristo
sofre e caminha em silêncio para me salvar.
|
|
|
... As fprças estão se
esgotando. Calor, solidão. A terra parece mover-se. Cristo tropeça, perde
o equilíbrio e cai. Sente a terra, a poeira na boca. O peso da cruz o
sufoca.
|
|
|
... Quanta dor da Mãe
neste encontro. Ela vai com Seu Filho. Ela vai na multidão despercebida,
preocuapda com seus filhos. Não fala, vai junto com Jesus, preocupada com
todos nós.
|
|
|
... Cirineu atravessava o
caminho por onde Cristo carregava a cruz. Pararam-no, o primeiro,
desconhecido... Cristo aceita a ajuda. Aceita uma ajuda forçada de um
homem teimoso. Deus Onipotente e Todo-poderoso permite que o homem O
ajude. Deus precisa de um homem fraco. Tanta humildade!
|
|
|
... Verônica olhava para
Seu rosto. Rosto sujo, cansado. Cabelos grudados com poeira, sangue e
suor. Estremeceu em si, não podia esperar mais. Na presença dos soldados e
inimigos enxugou o rosto de Cristo. O rosto doloroso de Cristo imprimiu-se
no pano e no coração. Precisamos olhar o Cristo, para nos tornarmos um
pouco semelhantes a Ele. Passamos tantas vezes ao lado de Cristo e nem
sequer olhamos para o rosto dEle. Por isso somos apenas tirstes máscaras
Suas e não temos semelhança com Ele.
|
|
|
... Cristo está no fim
das Suas forças. O peso da cruz, o calor, o caminho em subida,... as
forças se esgotam, o caonsaço cresce. Cristo cai de novo por terra. São os
pecados horríveis que o oprimem. Tão depresa acostumo-me a praticar o mal.
Falta de fidelidade, falta de prudência. Não enxergo mais nada -- só o
mal. Procuro o mal. Estou caído, desanimado. Não vejo os outros no
caminho, meus olhos fechados, meus ouvidos surdos. Mas tenho medo de ficar
assim. Sei que essa não é a posição digna, humana.
|
|
|
... As mulheres choram,
lamentam, vendo Cristo. Não podem ajudar, limitam-se a chorar. Têm pena de
Cristo.
|
|
|
... Cristo cai de novo.
Os soldados batem. Cristo não se mexe. Senhor, morrestes?!
|
|
|
... Cristo não tinha mais
nada a não ser uma veste. Mas isto foi ainda demais. Agora não existe mais
nada entre o corpo de Cristo e a cruz. Os homens uniram a cruz e o corpo
para sempre.
|
|
|
... Cristo estendido na
cruz, cobre-a perfeitamente para ser unido perfeitamente a ela. Os pregos
atravessam o corpo. Cristo permite que o homem apanhe brutalmente as mãos
e os pés dEle e pregue na cruz. Agora nenhum movimento é
possível.
|
|
|
... As três horas de
agonia são tão compridas, parecem sem fim. Mas compridas do que três anos,
do que trinta anos de vida. Tudo preparado. Cristo morre. A vida pára, o
coração não bate mais. O Coração grande como o mundo -- o mundo de pecados
que carrega em si.
|
|
|
... A Vossa obra, Cristo,
é consumada. os pregos são desnecessários. Agora podeis descer e
descansar. Devagarinho descem-no da cruz. A Mãe recolhe-O nos seu braços.
Tanta dor atravessou a sua alma, mas agora...
|
|
|
... Cristo é depositado
no sepulcro. Na entrada, uma grande pedra. Os amigos não podem mais
ajudar. Resta a esperança na ressurreição.
|
|
|
O Santo Padre João Paulo II introduziu nova seqüência das cenas na Via Sacra que promove no Coliseu, em Roma, optando pelas narrações dos Evangelistas. É esta sucessão que estamos propondo aqui, com as próprias palavras da Sagrada Escritura. As novas Estações são:
|